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	<title>Catalogo Pet &#187; Animais Silvestres</title>
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		<title>Ibama SP propõe novos paradigmas para exibição de animais na TV</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 05:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Animais Silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo (03/04/2009) – Analistas ambientais do Ibama apresentaram ontem (02), durante workshop para jornalistas e produtores de TV da capital paulista, 16 propostas (veja abaixo) que deverão nortear a exibição de animais em programas televisivos, reportagens e na publicidade em geral. Batizadas de “novos paradigmas” essas orientações incluem preceitos legais e recomendações para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo (03/04/2009) – Analistas ambientais do Ibama apresentaram ontem (02), durante workshop para jornalistas e produtores de TV da capital paulista, 16 propostas (veja abaixo) que deverão nortear a exibição de animais em programas televisivos, reportagens e na publicidade em geral. Batizadas de “novos paradigmas” essas orientações incluem preceitos legais e recomendações para que as produções não estimulem o consumo de animais silvestres. A adoção desses paradigmas ajudará a conscientizar a sociedade, além de evitar multas às emissoras de TV, que podem chegar a R$ 500 mil.</p>
<p>Participaram do evento profissionais de comunicação das TVs Globo, Record e Cultura, além de agências noticiosas, revistas de meio ambiente e editoras. Houve entendimento de que a mola mestra do tráfico de animais é o consumo efetuado pelo cidadão comum que, por sua vez, sofre forte influência dos meios de comunicação. No Estado de SP, cerca de 40 mil animais silvestres ilegais são apreendidos todos os anos.</p>
<p>Para a superintendente do Ibama SP, Analice de Novais Pereira, o evento representa um marco nas relações entre Ibama e a mídia. “Pela primeira vez apresentamos claramente aos profissionais da mídia que existem limites para a exibição de fauna silvestre. Ultrapassá-los é dar munição aos traficantes de animais, que se aproveitam do desejo das pessoas em ter um animal de estimação diferente”.</p>
<p>Segundo a superintendente o próximo passo é convocar dirigentes das emissoras de TV para que adotem os novos paradigmas em suas empresas. “Percebemos que os jornalistas apóiam as novas idéias, mas é preciso que elas façam parte da política das emissoras”.</p>
<p>O workshop fez parte das atividades em comemoração aos 20 anos do Ibama. Uma apresentação semelhante foi oferecida também aos servidores da superintendência de SP, no dia 1º de abril. O workshop foi idealizado e executado por servidores da Divisão de Fauna, da Fiscalização, do NEA e da Ascom.</p>
<p>Conheça os novos paradigmas para a exibição de animais silvestres:</p>
<p>1) Não exibir animal silvestre sem origem legal</p>
<p>2) Cuidado ao exibir animais silvestres com origem legal: isso também pode estar estimulando o consumo dos animais sem origem</p>
<p>3) Não estimular o consumo ou recomendar o animal silvestre como pet</p>
<p>4) Não exaltar características do animal silvestre como afetividade com humanos, doçura, inteligência para aprendizado, etc.</p>
<p>5) Não perseguir ou apanhar animais silvestres, mesmo que para soltura imediata</p>
<p>6) Não demonstrar ou descrever técnicas de captura do animal silvestre</p>
<p>7) Não divulgar o valor do animal no comércio ilegal ou mesmo legal</p>
<p> Em dramaturgia (novela, cinema, teatro) evitar exibir animais silvestres em cativeiro, ainda que tenham origem legal</p>
<p>9) Se for utilizar animais silvestres oriundos de criadouros, checar antes com o Ibama a situação desse criadouro junto ao órgão</p>
<p>10) Não produzir provas, desafios, concursos com animais silvestres e muito menos premiar os proprietários desses animais</p>
<p>11) Em reportagens sobre o tráfico, ao exibir os métodos cruéis, esclarecer ao espectador que não se deve comprar o animal silvestre para cessar aquela situação, pois isso só aumenta a captura</p>
<p>12) Não humanizar animais silvestres, por mais agradável ou engraçado que possa parecer (colocar roupinhas, fazê-los executar jogos, operar brinquedos, etc)</p>
<p>13) Desmistificar sempre as crendices associadas aos animais, como: sorte, azar, atrai amor, cura doenças, etc.</p>
<p>14) Lembrar que animais ideais para viver ao lado dos humanos são os animais domésticos</p>
<p>15) Estimular e agregar valores à observação de animais em vida livre</p>
<p>16) Preocupar-se com a produção de sentido. Perguntar sempre: que efeito essa apresentação vai gerar na cabeça do espectador?</p>
<p>Airton De Grande<br />
Ascom/Ibama/SP</p>
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		<title>Animais em extinção são soltos em represa &#8211; PIRAÍ / RIO CLARO</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 00:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Animais Silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Loja Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[A Light promoveu na manhã de ontem, na represa de Ribeirão das Lages, a soltura de uma capivara e de 600 pássaros das espécies pixoxó, araçari poca, araçari banana e tucano de bico preto, algumas delas em extinção. A ação foi realizada em parceria com o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama (Cetas/Ibama), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#quadrado_336x280--><br />
A Light promoveu na manhã de ontem, na represa de Ribeirão das Lages, a soltura de uma capivara e de 600 pássaros das espécies pixoxó, araçari poca, araçari banana e tucano de bico preto, algumas delas em extinção. A ação foi realizada em parceria com o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama (Cetas/Ibama), localizado em Seropédica (RJ), e faz parte do Projeto de Inclusão Socioambiental, lançado em abril, junto com a Escola de Lajes, com o objetivo de sensibilizar as populações vizinhas sobre a preservação de recursos ambientais e os efeitos do aquecimento global.</p>
<p>Os animais foram apreendidos pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/Ibama) em feiras ilegais em Nova Iguaçu e Duque de Caxias.</p>
<p>O Cetas é responsável por recepcionar, fazer triagem e tratar das espécies silvestres apreendidas em ações de combate ao contrabando. Eventualmente, recebe animais de particulares mantidos em cativeiros domésticos. A capivara e os pássaros são característicos da região. Os animais receberam tratamento de suporte, acompanhamento veterinário e ficaram em quarentena antes da soltura.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">PROJETO</span></strong><br />
Há dois meses, a Light lançou o Programa de Inclusão Socioambiental já contribuindo para a recuperação da fauna do Reservatório de Lajes. Na ocasião, a empresa soltou dez mil filhotes de peixes das espécies lambari-do-rabo-amarelo, pirapitinga-do-sul e piabanha e 400 pássaros de várias espécies de ocorrência local.</p>
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		<title>Centro de Reabilitação de Animais Silvestres faz 20 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 23:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Animais Silvestres]]></category>

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		<description><![CDATA[Criado em 1.988 pelo governo estadual, vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, das Ciências e Tecnologia (Semac) e pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), o Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) realiza a recepção, triagem e destinação de animais silvestres apreendidos durante operações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#quadrado_336x280--><br />
Criado em 1.988 pelo governo estadual, vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, das Ciências e Tecnologia (Semac) e pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), o Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) realiza a recepção, triagem e destinação de animais silvestres apreendidos durante operações de fiscalização efetuadas pela PMA, Ibama e Corpo de Bombeiros.</p>
<p>Atualmente o centro é visto como referência positiva na preservação de espécies da fauna brasileira que se encontram sob risco de extinção. Desde sua criação, já recebeu mais de 22 mil animais oriundos do tráfico, de doações da população, de casos de atropelamentos e acidentes nas estradas.</p>
<p>Desse total, 68% são aves, 20% mamíferos e 12% répteis. As espécies que mais aparecem por lá são: o papagaio-verdadeiro, curió, canário-da-terra, tucano, arara-canindé, pássaro-preto, macaco-prego, gambá-de-orelha-branca, quati, sagüi-de-tufo-preto, veado-catingueiro, jabuti, jibóia, cágado, caiçaca, sucuri e falsa-coral.<br />
<span id="more-98"></span><br />
O biólogo Vinicius Andrade Lopes, fiscal ambiental e coordenador do Cras, explica que muitas pessoas ganham esses animais de amigos ou parentes e não sabem como tratá-los. “<strong><span style="color: #ff6600;">Elas então percebem que um animal silvestre não é um animal de estimação e decidem entrar em contato conosco, solicitando nossa ajuda. Há também inúmeros casos de aparições em residências, devido ao desmatamento</span></strong>”, conta.</p>
<p>O coordenador alerta que a compra de animais silvestres sem nota fiscal, autorização e garantia de procedência é crime ambiental. “A pessoa é multada em R$ 500 e se o animal estiver em risco de extinção, são mais R$ 2.000. O infrator pode pegar de um a quatro anos de prisão ou pena alternativa. Mas não é só por causa disso; um animal silvestre pode transmitir doenças. Então quem quiser ter um animal diferente em casa, procure criadouros autorizados pelo Ibama e o adquira de forma legalizada”, aconselha.</p>
<p>O Cras está localizado no Parque Estadual do Prosa e conta com 24 recintos para aves, mamíferos e répteis; cozinha acoplada a um biotério; área para filhotes e animais em observação; recinto pra treinamento de vôo de aves; cercado e piquetes para mamíferos de médio porte e sede administrativa. Conta também com uma equipe composta por três médicos veterinários, três biólogos, um zootecnista, além de sete pessoas de apoio e limpeza.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Pesquisa e cuidados especiais</span></strong></p>
<p>Durante a recepção, os especialistas buscam coletar o maior número de informações que possam determinar, posteriormente, o destino do animal: espécie, origem, tempo de cativeiro, alimentação, contato com outros animais silvestres ou domésticos, estado de saúde, histórico, idade, sexo e marcação. O indivíduo recebe um número de cadastro e suas informações são armazenadas num banco de dados específico, em funcionamento desde 1994.</p>
<p>No ato da entrega, é preenchido um termo de depósito e guarda de animal doado ou apreendido, oficializando a entrada do animal no centro. Após um exame clínico, o animal é encaminhado à quarentena ou ao centro de atendimento veterinário para cuidados especiais. Em seguida, o animal é alojado em recintos compatíveis com as características biológicas.</p>
<p>Durante a permanência no Cras, os animais são acompanhados individualmente quanto aos aspectos sanitários, nutricionais e comportamentais. Cada indivíduo é analisado isoladamente, já que diferenças de origem, tempo de cativeiro, estado de mansidão, estado físico e idade são fatores que podem gerar problemas. Há casos de filhotes que necessitam de cuidados especiais, incluindo alimentação, temperatura e umidade controlada.</p>
<p>Os primatas, por exemplo, são alojados em recintos coletivos, onde são observadas a estrutura do grupo, formação de hierarquia e dominâncias temporárias. Neste período, são alimentados com base em dieta específica, de acordo com os hábitos alimentares, incluindo o fornecimento de presas vivas aos carnívoros, proporcionando o exercício da caça instintiva.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Cardápio saudável</span></strong></p>
<p>No cardápio dos animais, frutas frescas, ração, sementes, legumes, verduras e carne. “O mais pesado do nosso orçamento é a carne. São 300 a 400 quilos de carne por mês, dependendo da situação. Atualmente estamos com sete onças pardas aqui e elas dão conta dessa quase meia tonelada de carne”, brinca Vinicius.</p>
<p>Os alimentos são preparados cuidadosamente e servidos diariamente, toda manhã e fim de tarde. São fornecidos também pequenos animais, como camundongos vivos, que são servidos às onças, serpentes, lobinhos e macacos, que complementam a nutrição e ajudam no treinamento à caça dos animais em reabilitação.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Soltura</span></strong></p>
<p>A maioria dos animais que chegam ao Cras não ficam lá para sempre. A prioridade é a devolução para a natureza. Em alguns casos são enviados a zoológicos e criadores de outros estados. Apesar de muitos pesquisadores serem contrários à soltura dos animais, a legislação brasileira diz que a prioridade é o retorno dos animais à natureza. “As solturas são feitas com o maior rigor técnico e estamos provando, através de intensas pesquisas, que a soltura dá certo”, explica o coordenador do centro. As solturas se dão em fazendas no pantanal ou em áreas de proteção ambiental. São 150 pontos cadastrados, sendo que 20 desses lugares são efetivamente destinados a alguns animais.</p>
<p>As destinações seguem princípios básicos pré-estabelecidos com os consultores de manejo e gerenciamento de vida selvagem: espécies raras devem atender a projetos de conservação, realizados por instituições ou pesquisadores idôneos, previamente identificados e devidamente autorizados pelo Ibama e os comitês das espécies; espécimes comuns, recém capturadas na natureza, são preferencialmente soltas em habitat natural após pequeno período de tempo no Cras; já os animais comuns oriundos de cativeiros são encaminhados a instituições ou utilizados em casos de repovoamentos, de acordo com as condições do animal. Exemplo disso é um grupo de 15 macacos-prego que passaram por um minucioso estudo comportamental e serão soltos no Pantanal.</p>
<p>Desde 1992, muitas solturas são realizadas em hotéis-fazenda no Pantanal, onde o repovoamento revela grande sucesso na sobrevivência dos indivíduos. Essas empresas atendem todas as normas e exigências pré-estabelecidas pelo Cras, de olho no exigente público, em boa parte turistas estrangeiros ávidos pela fauna pantaneira.</p>
<p>Após a liberação dos animais na natureza, eles são monitorados diariamente ao longo de cinco dias. Em seguida, técnicos ambientais fazem visitas mensais às fazendas, realizando um monitoramento periódico e colhendo informações.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Educação ambiental</span></strong></p>
<p>Como a maior parte dos animais que chegam ao centro são vitimas do tráfico e da criação em cativeiros clandestinos, o Cras realiza um programa de visitação aberta ao público, principalmente estudantes, visando a conscientização da população em relação aos crimes ambientais e educação ambiental. As visitas são monitoradas por guias treinados, que expõem aos visitantes as conseqüências negativas do tráfico e dos cativeiros clandestinos, além do trabalho de reabilitação realizado.</p>
<p>Em abril de 2007, um grupo de estudantes secundaristas norte-americanos visitou o Cras. Os estudantes, com idade média de 16 anos, se mostraram encantados com a biodiversidade de Mato Grosso do Sul. “Fiquei mais impressionada com os macacos. Eles parecem tanto com os seres humanos. Nos Estados Unidos só costumamos ver esses animais em zoológicos, mas não se compara ao trabalho de reabilitação desenvolvido aqui”, disse a estudante Kelly Parker.</p>
<p>O professor da disciplina de Ciências e Meio Ambiente da Hudson High School, Peter Vacchina, explica que esta é a segunda vez que ele traz um grupo de estudantes ao Cras: “Nossa vinda a Mato Grosso do Sul tem objetivo científico, já que os alunos não devem ficar aprendendo somente com os livros. As aulas práticas são fundamentais para que eles conheçam a realidade do meio ambiente no mundo, pois a preservação do planeta estará nas mãos desta geração em poucos anos”, relata o professor.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Visite o CRAS</span></strong></p>
<p>As visitações são realizadas às terças-feiras, quintas-feiras e sábados, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas, por grupos de até 15 pessoas. Os visitantes são acompanhados por um guia capacitado, que fala sobre noções de educação ambiental, as conseqüências negativas do tráfico de animais silvestres, assim como o trabalho desenvolvido no Cras.</p>
<p>É necessário agendar o passeio com antecedência pelo telefone (67) 3326-1370. Recomenda-se o uso de calças compridas e tênis fechado. É cobrada uma taxa de R$ 8,00 por pessoa, sendo que estudantes pagam metade do preço. O valor é revertido para a preservação e manutenção da área, de acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), já que o centro encontra-se dentro do Parque Estadual do Prosa. Escolas públicas são isentas da taxa.</p>
<p>Fonte = <a href="http://www.msnoticias.com.b">MS Notícias</a></p>
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