15 set 2007
Fortaleza - Feira promove adoção de animais
A sede da União Protetora dos Animais Carentes (Upac) é a casa de cada membro, onde são abrigados os bichos que estão à espera de adoção. A atriz e instrutora administrativa Kuki Sommer participa da associação e tem em sua casa 13 gatos, dos quais cinco vão para a II Feira de Adoção, Arte e Educação: SOS Focinhos Carentes. “Eu nem dou nome a esses para não me apegar“, sorri ela, que também abriga um cachorro da raça poodle.
No total, cerca de 30 gatos e 30 cachorros devem estar disponíveis para adoção hoje, entre 8h e 17 horas, na Faculdade 7 de Setembro (Fa7), na avenida Washington Soares, próximo ao Fórum Clóvis Beviláqua. Durante o evento haverá apresentações artísticas, bazar, além de veterinários que tirando dúvidas e orientando sobre como cuidar dos animais. Também serão aceitas doações de ração, casinhas, cobertores e notas fiscais para ajudar a manter os animais que ainda não têm um dono.
O interessado em adotar algum bicho deve levar RG, CPF e comprovante de residência, além de assinar o termo de compromisso. Os gatos e cachorros da feira já estão vacinados e vermifugados. Na primeira edição do evento, em maio deste ano, foram adotados 30 animais.
A Upac recomenda que se leve em consideração alguns aspectos antes de adotar um bicho. É preciso ter em mente, por exemplo, que cães e gatos vivem mais de 10 anos, e que eles necessitarão de cuidado e atenção durante todo esse tempo. “Nós tentamos conscientizar às pessoas que elas só devem pegar animais para criar se realmente puderem, para depois não acontecer de eles serem jogados na rua“, esclarece Emanuel Maciel, presidente da Upac.
Criar animais também pressupõe alguns gastos, já que se deve alimentá-los apenas com ração e é preciso levá-los ao veterinário sempre que ficarem doentes. “Tem gente que só cria cão para guardar a casa ou tem um gato só para pegar rato“, exemplifica a veterinária Liana Dantas, colaboradora da Upac, destacando que os animais necessitam de cuidados especiais e de carinho.
A castração e a esterilização dos animais domésticos são defendidas pela Upac. “Eles ficam mais caseiros, melhora a qualidade de vida e aumenta a longevidade. No caso das fêmeas, há ainda o controle de natalidade, evitando que mais bichos acabem indo morar na rua”, explica Liana.
Serviço
Para adotar animais ou doar ração e outros mantimentos para a Upac, ligue para 8833-2457.
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Tomei a liberdade de enviar este e-mail porque não sei a quem recorrer numa situação como essa.
Há uma semana, mais ou menos, apareceu um cão, viralata, aqui na frente do nosso prédio. O animal está enfermo. Tem dificuladade de se locomover, e a aparência é lastimável. Não creio ser calazar porque não apresenta feridas no corpo. Mas pode ser qualquer outra zoonose.
Eu e algumas pessoas temos dado água e comida. Isso com certeza o está segurando pelas imediações. Ele “acampou” na frente do nosso condomínio.
Eu tenho receio de me aproximar muito porque não sei se o que ele tem é contagioso. Inclusive tenho evitado de descer com minhas cachorrinhas porque ele tenta se aproximar.
Estou penalizada com a situação deste bicho. Ele provavelmente vai morrer se continuar sem um tratamento. Mas vai morrer sofrendo.
Bem… o que gostaria de solicitar é se existe uma entidade que possa acolher esse animal? Vir buscá-lo e tratar dele. Você conhece? Poderia indicar? Poderia talvez tomar essa providência?
Obrigada pela sua atenção.
Janete
qualquer coisa, se alguem quiser ou tem como resolver isso me liguem o num é (por questão de segurança removi o telefone - Moderador)
obg!