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	<title>Catalogo Pet &#187; Veterinária</title>
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		<title>ONGs cadastram voluntários para castração de animais &#8211; Ondina</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 22:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Associações]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
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		<description><![CDATA[As organizações não-governamentais AnimalViva! e Célula Mãe vão cadastrar neste sábado, 19, voluntários para trabalhar em programas dedicados à preservação dos animais. O cadastramento será realizado na Associação dos Médicos, na rua Baependi, em Ondina, num evento que terá atividades culturais e de conscientização sobre o meio ambiente.
O objetivo das ongs é arregimentar pessoal para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#quadrado_336x280--><br />
As organizações não-governamentais AnimalViva! e Célula Mãe vão cadastrar neste sábado, 19, voluntários para trabalhar em programas dedicados à preservação dos animais. O cadastramento será realizado na Associação dos Médicos, na rua Baependi, em Ondina, num evento que terá atividades culturais e de conscientização sobre o meio ambiente.</p>
<p>O objetivo das ongs é arregimentar pessoal para trabalhar em dois fronts: castração de animais carentes e educação sobre bem-estar animal.</p>
<p>No primeiro front, os voluntários vão auxiliar a equipe das ongs nos mutirões de castração. As ações consistem no cadastro de animais da área onde o mutirão será realizado, o transporte dos bichos às clínicas, e acompanhamento do pós-operatório.</p>
<p>&#8220;<strong><span style="color: #ff6600;">O governo não tem uma política substancial do controle da população de animais, e as ongs tomaram a frente disso. Para se ter uma idéia, sem controle, um casal de gatos pode gerar, em dez anos, 400 mil animais</span></strong>&#8220;, afirma a presidente da AnimalViva!, Ana Claudia Almeida. De acordo com a ambientalista, os números mais recentes da população de gatos e cachorros somados são de 2004. Dos 300 mil animais listados, 70 mil vivem na rua.</p>
<p>A outra ação para a qual serão cadastrados voluntários é a conscientização. &#8220;Quem se inscrever, vai receber treinamento para participar das nossas palestras em escolas, nas quais buscamos esclarecer as crianças sobre como os bichos devem ser tratados&#8221;.</p>
<p>POLÍTICA &#8211; De acordo com Lucrécia Lopes, sub-gerente do Centro de Controle de Zoonoses, órgão da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a captura sistemática de animais não é realizada desde janeiro de 2007. &#8220;<strong><span style="color: #ff6600;">A carrocinha somente é utilizada em casos de emergência, quando há algum animal doente ou pondo a população em perigo</span></strong>&#8220;, afirma.</p>
<p>O município não tem nenhum canil público, e castração somente é realizada nos animais que têm dono. Nesses casos, o proprietário deve ligar para o telefone (71) 3186-1092, da Ouvidoria da SMS, e solicitar a visita gratuita de um veterinário, que encaminhará o processo de castração. A sub-gerente do CCZ Lucrécia Lopes também afirma que o órgão não tem estimativas do número de animais que vivem nas ruas.</p>
<p><a href="http://www.atarde.com.br">A Tarde On Line</a></p>
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		<title>Gata sobrevive 19 dias com jarro na cabeça</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 21:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gatos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Veterinária]]></category>

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		<description><![CDATA[Os donos viam a gata com o vidro preso, mas não conseguiram pegá-la.
Depois de capturada, o jarro foi retirado com óleo.
Tabitha Cain alimentou uma gata selvagem chamada “Wild Oats”, durante anos, mas agora ela está pensando em chamar a bichana de Sobrevivente.
“Tentamos pegá-la, mas sendo o tipo de gata que não dá pra pegar facilmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#quadrado200x200--><br />
Os donos viam a gata com o vidro preso, mas não conseguiram pegá-la.<br />
Depois de capturada, o jarro foi retirado com óleo.</p>
<p>Tabitha Cain alimentou uma gata selvagem chamada “Wild Oats”, durante anos, mas agora ela está pensando em chamar a bichana de Sobrevivente.</p>
<p>“<strong><font color="#ff6600">Tentamos pegá-la, mas sendo o tipo de gata que não dá pra pegar facilmente, ela ficava se escondendo e fugindo</font></strong>”, disse Doretha Cain, mãe de Tabitha.</p>
<p>A família viu a gata várias vezes com o jarro na cabeça e tentou em vão pegar o animal. Mas, depois de ver que ele já estava com o jarro na cabeça há uma semana, começaram a temer pelo pior.</p>
<p>A gata, que antes era gordinha, estava magra e fraca demais para fugir quando foi encontrada. Eles a capturaram com uma rede de pesca e usaram óleo para tirar o jarro de sua cabeça.</p>
<p>“<strong><font color="#ff6600">Achei que ela ia morrer</font></strong>”, disse Tabitha Cain, 25 anos. Eles deram água para ela e trataram de suas feridas e na sexta-feira ela voltou a comer novamente.</p>
<p>“<strong><font color="#ff6600">Já ouvi falar de gatas com 7 vidas, mas acho que esta tem 19 porque ela sobreviveu 19 dias</font></strong>”, disse Doretha Cain.</p>
<p>O veterinário de Memphis Gerald Blackburn disse que ouviu histórias parecidas sobre animais de estimação ficando presos durante dias, até mesmo semanas de sobrevivendo. Blackburn disse que a gata talvez tenha sobrevivido devido ao seu excesso de gordura</p>
<p>Fonte = G1</p>
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		<title>São Pedro pode ter primeiro caso de Leishmaniose Viceral confirmado</title>
		<link>http://www.catalogopet.com.br/geral/sao-pedro-pode-ter-primeiro-caso-de-leishmaniose-viceral-confirmado</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 15:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Veterinária]]></category>

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		<description><![CDATA[A Leishmaniose Viceral (LV) é uma infecção zoonótica que afeta os animais e o ser humano causada pelo protozoário do gênero, leishmania sp e transmitida por várias espécies de insetos vetores conhecidos como flebotomíneos.
É uma das seis doenças endêmicas mais importantes no mundo, dada a sua incidência, alta mortalidade em indivíduos não tratados, crianças desnutridas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#quadrado_336x280--><br />
A Leishmaniose Viceral (LV) é uma infecção zoonótica que afeta os animais e o ser humano causada pelo protozoário do gênero, leishmania sp e transmitida por várias espécies de insetos vetores conhecidos como flebotomíneos.</p>
<p>É uma das seis doenças endêmicas mais importantes no mundo, dada a sua incidência, alta mortalidade em indivíduos não tratados, crianças desnutridas, e emergente em indivíduos portadores de HIV.</p>
<p>No Estado de São Paulo, mais especificamente, começou em 1998, na região de Araçatuba. Passado quase 10 anos, a doença se aproxima de nossa cidade. No ciclo natural da infecção os flebotomíneos servem como vetores transmitindo o parasita entre os animais domésticos, silvestres e humanos.<br />
<span id="more-69"></span><br />
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<font color="#ff6600"><strong>O cão geralmente é o principal hospedeiro de Leishmaniose infantum, em áreas urbanas e dentre os vários vetores, o “mosquito palha” é o principal deles.</strong></font></p>
<p>Os sinais clínicos são variados, desde uma simples lesão na pele até insuficiência renal.</p>
<p>Segundo Dr. Alex Siloto, a cidade de São Pedro, é considerada zona silenciosa, pois ainda não temos nenhum caso positivo. “<strong><font color="#ff6600">Estamos aguardando o resultado do laboratório, pois esta semana uma clínica particular nos enviou o material de um caso suspeito, onde provavelmente se deu a positivação do caso. Estamos esperando a contra prova agora do laboratório Adolfo Lutz na capital</font></strong>”.</p>
<p>Dr. Siloto, diz que a Secretaria de Saúde e as Vigilâncias Sanitárias, Epidemiológicas e Controle de Vetores, estão atentos e que no último dia 31, houve uma reunião com os departamentos citados juntamente com todos os médicos veterinários de clínicas particulares e agropecuárias de São Pedro.</p>
<p>Ressalta, também que a equipe de controle de vetores além do trabalho realizado contra a dengue, estará na próxima semana recebendo treinamento da SUCEM (Superintendência de Controle de Endemias) para fiscalizar os logradouros dos vetores que transmitem a doença e que estão sendo feitos também, trabalhos educativos nas escolas.</p>
<p>No Departamento de Vigilância Epidemiológica, os enfermeiros e médicos estão sendo orientados quanto aos sintomas da doença, já que os humanos também podem contrai-la.</p>
<p>Dr. Alex Siloto, ressalta que o melhor método é a prevenção, visto que a doença no cão dificilmente tem cura e o Ministério da Saúde preconiza o tratamento somente em humanos. <strong><font color="#ff6600">O tratamento preventivo no animal consiste na colocação de coleiras ou produtos a base de Deltametrina ou Permetrina, mas, pede a população qualquer caso suspeito procure o médico veterinário responsável pelo seu cão para um diagnóstico preciso</font></strong>.</p>
<p>Fonte = <a href="http://www.folhadesaopedro.com.br">Folha de São Pedro</a></p>
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		<title>Hospital Veterinário da Uniderp completa dez anos</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Sep 2007 16:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Veterinária]]></category>

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		<description><![CDATA[Pioneiro no atendimento a pequenos, médios e grandes animais, o Hospital Veterinário (HVT) da UNIDERP se destaca como referência para o Estado de Mato Grosso do Sul e tem por finalidade dar suporte ao curso de Medicina Veterinária, com o atendimento à comunidade em geral. Localizado no campus III, o Hospital foi inaugurado em 12 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#banner_468x60--><br />
Pioneiro no atendimento a pequenos, médios e grandes animais, o Hospital Veterinário (HVT) da UNIDERP se destaca como referência para o <strong><font color="#ff6600">Estado de Mato Grosso do Sul </font></strong>e tem por finalidade dar suporte ao curso de Medicina Veterinária, com o atendimento à comunidade em geral. Localizado no campus III, o Hospital foi inaugurado em 12 de setembro de 1997.</p>
<p>Para comemorar os dez anos de intensas atividades da unidade, foi organizada programação especial durante toda essa sexta-feira, 14 de setembro. No período da manhã, egressos do curso de Medicina Veterinária, entre eles o deputado estadual Márcio Fernandes, estarão na Universidade para conversa com acadêmicos sobre suas experiências e dar depoimentos sobre a vivência no curso e a carreira profissional. Também haverá show com o grupo Filhos de Campo Grande. Às 14 horas, no auditório do campus III será realizada palestra sobre Bioética e o bem-estar animal, proferida pelo Dr. Alberto Neves Costa. Ele possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, mestrado em Zootecnia pela Universidade Federal de Minas Gerais, doutorado em Reproductive Physiology pela Leeds Metropolitan University e pós-doutorado pela University of Minnesota, EUA. Atualmente integra o quadro de docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Reprodução Animal. Também integra o Conselho Federal de Medicina Veterinária. Após a palestra, às 16 horas, será descerrada placa alusiva aos dez anos de atividades do HVT.<br />
<span id="more-44"></span><br />
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<strong><font color="#ff6600"> Infra-estrutura</font></strong> &#8211; O Hospital, atualmente, possui infra-estrutura que compreende salas para atendimentos de rotina, pequenos animais, ambulatório, onde é ministrada a aula de prática de Clínica de Pequenos Animais, e outro ambulatório para Clínica de Grandes Animais, inclusive com um mangueiro (onde ficam os animais em espera). O HVT também dispõe de vários laboratórios. Nos de Patologia, são realizados exames de sangue, urina, bioquímica, citologia, de fezes e raspado de pêlo; no Laboratório de Apoio, os acadêmicos aprendem como proceder a exames clínicos; nos laboratórios de Técnica Cirúrgica, os estudantes aprendem a fazer o corte, realizar a sutura e o curativo. Ainda existem unidades de Raios-X e Ultra-Sonografia. Nos blocos cirúrgicos, todos com equipamentos modernos, os alunos têm a sua disposição aparelho de anestesia inalatória.</p>
<p>A unidade realiza também cirurgias em grandes animais e, com a sua reforma e ampliação, dá um suporte ainda melhor para esse tipo de atendimento. &#8220;Recebemos desde animais domésticos, como gatos e cães, até animais de grande porte, como bois, vacas e cavalos. Mas, a maior procura é por atendimento a pequenos animais, principalmente os cães. Com a conclusão das obras de ampliação, tanto os acadêmicos como os clientes passaram a contar com uma infra-estrutura incrível&#8221;, disse a gerente administrativa do HVT Kátia Luzia Araújo Silva Marques.</p>
<p>Além disso, o Hospital Veterinário da UNIDERP tem serviço de plantão voluntário, realizado por acadêmicos, orientados por profissionais, para pequenos procedimentos, durante três horas por semana. O programa conta também como atividade complementar.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Projeto Cavalos de Carroça</font></strong> – Entre os projetos desenvolvidos no Hospital Veterinário da UNIDERP, destaca-se o Projeto Cavalos de Carroça. Lançado em outubro de 1999, a ação tem como objetivo de atender exclusivamente os animais de proprietários carentes. Idealizado pelos professores do curso de Medicina Veterinária, Fernando Arévalo Batista e Charles Ferreira Martins, o projeto já atendeu mais de dois mil animais. Os atendimentos são realizados pelos acadêmicos sob a supervisão de médicos-veterinários responsáveis. Ao dar entrada no Hospital Veterinário (HVT), o animal é identificado e após a pesagem, vai para a avaliação clínica feita pelos acadêmicos. O proprietário do animal não tem custos referentes à internação, cirurgia, alimentação e medicamentos.</p>
<p>O professor Fernando diz que o ideal é que os proprietários dos animais procurem o projeto para fazer o acompanhamento médico constantemente e não apenas quando o animal estiver muito debilitado. &#8220;Todos os animais que chegam ao HVT são atendidos&#8221;, lembra. No final do período de atendimentos, os acadêmicos que auxiliaram nas consultas têm a oportunidade de acompanhar palestras com temas diversificados e esclarecer as dúvidas sobre os procedimentos realizados durante a manhã. &#8220;O projeto contribui para os proprietários, que na maioria dos casos não tem condições de tratar adequadamente o animal que é sua fonte de sustento, e para os acadêmicos que têm a oportunidade de avaliar na prática os eqüinos que chegam ao hospital&#8221;, conclui Batista. Os atendimentos acontecem todas as quintas-feiras, no período matutino, no HVT</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Animais selvagens</font></strong> – Além de ser referência no atendimento à pequenos animais domésticos e animais de grande porte como bovinos e eqüinos, o HVT têm realizado procedimentos em animais selvagens, especificamente em onças-pintadas. Em julho de 2006, uma onça-pintada capturada pela Polícia Ambiental em Corumbá, MS, passou por uma cirurgia para colocar uma placa de aço em fratura no membro anterior direito do animal.</p>
<p>Em agosto deste ano, o casal de onças-pintadas, que há mais de dez anos é atração dos visitantes da Base Aérea de Campo Grande, MS, esteve no Hospital Veterinário. A fêmea, chamada Selva, passou por uma cirurgia e o macho, Joaquim, fez um check-up. O deslocamento dos felinos aconteceu por meio de um helicóptero. Foram feitas duas viagens para trazer os animais. Primeiro, chegou Selva, que seguiu diretamente para o centro cirúrgico. Logo depois, Joaquim, que passou por uma bateria de exames. O trajeto dos dois foi acompanhado por militares e pela médica-veterinária da UNIDERP professora Alda Izabel de Souza. O procedimento cirúrgico foi realizado pela médica-veterinária e professora da Universidade Fabiana Matesubara Bergamo.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Histórico</font></strong> – A solenidade de inauguração do HVT foi bastante concorrida. Estiveram presentes políticos, representantes de órgãos públicos ligados ao setor agropecuário e representantes do Ministério da Educação.</p>
<p>Na época, o professor Olímpio Crisóstomo Ribeiro ressaltou a importância da nova unidade. &#8220;<strong><font color="#ff6600">A abertura do Hospital deu novo ânimo aos alunos. Outra prova de que os resultados foram satisfatórios foi a grande procura da comunidade pelos serviços do hospital</font></strong>&#8220;.</p>
<p>O investimento inicial na construção e compra de equipamentos foi de R$ 1,2 milhão, que tornou o HVT um dos mais modernos da região Centro-Oeste, construído com o objetivo de melhorar a formação do futuro profissional e prestar serviços à comunidade. &#8220;Visitamos outras instituições de ensino para verificar os sucessos e as falhas dos projetos. Assim, conseguimos construir um hospital compacto, mas que atendesse a todas as necessidades dos alunos e professores&#8221;, explicou o engenheiro responsável pela obra, Eduardo Carvalho.</p>
<p>Com tecnologia e infra-estrutura capazes de atender todos os casos clínicos, o hospital foi planejado em três grandes blocos: atendimento e internação, área cirúrgica para pequenos animais e área cirúrgica para grandes animais. Seguindo padrões rígidos de higiene, foram instaladas ante-salas na área de cirurgia para assepsia e preparação dos acadêmicos e professores para os procedimentos. Na inauguração, um importante diferencial do HVT foi o serviço de ambulância e o atendimento realizado 24 horas.</p>
<p>Durante a construção, Eduardo Carvalho ressaltou que foi dada uma atenção especial às doenças infecto-contagiosas. &#8220;No setor de atendimento foi construído um canil para animais em observação e outro para internação daqueles com casos suspeitos, totalmente isolado do Hospital&#8221;.</p>
<p>A sala de cirurgia para grandes animais também foi minuciosamente projetada. Uma maca elétrica foi desenvolvida e construída por profissionais da região. Com o equipamento, o aluno regula por meio de um pedal hidráulico a altura da maca. Outra inovação no setor foi a instalação de microcâmeras com zoom que permitem a captura de imagens dos procedimentos para utilização em sala de aula.</p>
<p>Outra preocupação importante no projeto inicial era o destino do esgoto sanitário. Para tanto, foi implantado um sistema de caixas subterrâneas para decantação, permitindo que apenas os líquidos sejam transferidos para um poço onde serão absorvidos pelo terreno. Além disso, o HVT integra o roteiro de coleta de lixo hospitalar da Capital.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Mais investimentos</font></strong> &#8211; Em 2002, a direção da Universidade realizou novos investimentos, com a aquisição de aparelho de ultra-sonografia, contribuindo para aprimorar a formação profissional do acadêmico e precisar os diagnósticos. Como o ultra-som é portátil, ele pode ser transportado para propriedades rurais distantes do Hospital. Por ter diferentes freqüências de transdutores (peça que fica em contato com a pele), pode também ser utilizado em pequenos e grandes animais.</p>
<p>Três anos mais tarde, para acompanhar a crescente demanda por serviços, o HVT passou por ampliações que o tornaram mais moderno e ofereceram mais conforto, praticidade e qualidade nos atendimentos. Acadêmicos de todos os semestres passam pelo Hospital Veterinário, onde aprendem a aplicar a teoria em atividades práticas.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Funcionamento</font></strong> – O HVT funciona todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados, durante 24 horas. A unidade está localizada na Avenida Alexandre Herculano, 1.400. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 3318-3024 ou pelo e-mail hvt@uniderp.br.<br />
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		<title>Países preparam atividades para o Dia Mundial da Raiva 2007</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 01:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Veterinária]]></category>

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		<description><![CDATA[Países de todo o mundo preparam, a partir desta semana, as atividades que preencherão a agenda do dia mundial do combate a raiva, comemorado no próximo dia 8 de setembro.
A data foi lançada pela Aliança para o Controle da Raiva (ARC, sigla em inglês) com o objetivo de prevenir esta doença em todo o mundo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#banner_468x60--><br />
Países de todo o mundo preparam, a partir desta semana, as atividades que preencherão a agenda do dia mundial do combate a raiva, comemorado no próximo dia <strong><font color="#ff6600">8 de setembro</font></strong>.</p>
<p>A data foi lançada pela Aliança para o Controle da Raiva (ARC, sigla em inglês) com o objetivo de prevenir esta doença em todo o mundo. A meta da  ARC  é  envolver  55  mil  pessoas  nas  atividades  deste  dia.  Cada participante representará uma das vítimas da raiva que, estima-se, tenham morrido no último ano.</p>
<p>Para a comemoração, estão previstas diferentes atividades como corridas, caminhadas e panfletagens.<br />
<span id="more-35"></span><br />
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O IICA, ciente dos impactos que causam esta doença em todo o mundo, tem participado de importantes iniciativas com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).</p>
<p>O especialista em sanidade agropecuária e inocuidade dos alimentos do IICA, Tomas Krotsch, ressalta que o desafio está na conscientização das comunidades, especialmente amazônicas.</p>
<p>“<strong><font color="#ff6600">O grande desafio do Brasil e dos países que formam parte da Bacia Amazônica é gerar nessas populações condutas favoráveis à prevenção desta doença, oferecendo acesso às informações, ações educativas e serviços de saúde. Conscientizar, respeitando a cultura e individualidade de cada comunidade e aldeia</font></strong>”, disse.</p>
<p>O IICA entende que é importante a participação conjunta e o apoio constante de todos os organismos internacionais às iniciativas para combater a raiva.</p>
<p>De acordo com o representante da OPAS no Brasil, Diego Victoria, esta é uma oportunidade de alertar as comunidades.</p>
<p>“<strong><font color="#ff6600">É tempo de unir para chamar a atenção sobre esta terrível doença para a qual a ciência ainda não encontrou a cura. No entanto, existem medidas de prevenção há mais de 100 anos</font></strong>”, acredita.</p>
<p>Uma carta-circular da ARC foi enviada às representações dos países e instituições envolvidas no evento. O documento apresenta dados mundiais da doença e as expectativas dos organizadores para as comemorações nesta data.</p>
<p>Para participar e saber mais informações, o email de contato com a ARC é: arc@rabiescontrol.org ou pelo site www.rabiescontrol.org (disponível em inglês). E, ainda pelo link: www.paho.org/portuguese/ad/dpc/vp/wrd-2007.htm</p>
<p>A doença<br />
Os números de casos registrados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no país assustam, visto que a doença pode ser prevenida em 100% dos casos.</p>
<p>São cerca de 55 mil mortes anuais por raiva humana, a maioria transmitida por cães. Graças aos esforços dos países nas Américas, a incidência de raiva na Região diminuiu significativamente. Em 2006, foram 18 casos, na década de 1980 este número chegou a mais de 300 casos anuais.</p>
<p>A principal estratégia de combate à doença é a vacina. São mais de 44 milhões de cães vacinados por ano em todo mundo. O número de pessoas atendidas por hospitais e unidades de saúde vítimas de ataque de cães chega a um milhão.</p>
<p>“<strong><font color="#ff6600">A doença está presente em outras espécies de animais representando riscos para a saúde pública e perdas econômicas para os países</font></strong>”, afirma Diego Victoria.<br />
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