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ago 31 2009

A linha aérea para bichos de estimação

Publicado por admin under Novidades

PetairwaysAlheia às turbulências da crise global, nasceu a PetAirways, uma nova companhia aérea americana cujos aviões acolhem somente 50 passageiros, com a peculiaridade de serem, todos, animais de estimação.

A PetAirways, a primeira companhia aérea do mundo unicamente para animais de estimação, começou a voar entre várias cidades americanas no dia 14 de julho e promete se transformar em um negócio de sucesso.

Em vez de viajar em um compartimento separado, como ocorre na maioria das linhas aéreas regulares, os passageiros da PetAirways voam confortavelmente nas cabines de seus aviões Beech 1900, que foram especificamente adaptadas para transportar animais de estimação.

Os comissários de bordo da companhia receberam formação especial para cuidar dos animais, que são controlados a cada 15 minutos e retirados regularmente de seus compartimentos para que vão ao banheiro.

As tarifas oscilam entre US$ 300 e US$ 500, para trechos de ida e volta, e os serviços da PetAirways incluem também o cuidado do animal de estimação durante a espera antes de embarcar e até que seu dono recolha o animal no destino final.

A única coisa que não há nestes aviões são bebidas ou aperitivos, e não é para economizar em custos, já que os veterinários recomendam que os animais não comam ou bebam durante o voo para evitar enjoos.

Voos lotados nos próximos dois meses

Alysa Binder, co-fundadora da PetAirways junto com o marido, Dan Wiesel, assegura que todos os assentos estão vendidos para os próximos dois meses. A companhia opera nos aeroportos de Nova York, Chicago, Denver, Washington e Los Angeles, mas espera oferecer em breve os seus serviços em um total de 25 cidades dos EUA e, em breve, voos internacionais.

Na site http://petairways.com, as reservas online podem ser feitas como em qualquer linha aérea. A diferença é que o usuário deve incluir na reserva a raça, a altura, o peso e o tipo de animal de estimação, como cachorro, gato e, em breve, réptil, pássaro ou porco.

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ago 04 2008

Late Show – sai do ar um ótimo programa

Publicado por admin under Geral, Novidades

O programa Late Show apresentado por Luisa Mell, saiu do ar, apos 6 anos não teve o contrato renovado.

Esperamos que em breve Luisa Mell volte.

Luisa Mell e a gata Nikole

Luisa Mell e a gata Nikole

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ago 03 2008

Parceria permite levar animais abandonados para passear e brincar

Publicado por admin under Associações, Cães, Gatos, Novidades

Você ama os animais, se compadece com a história de cães e gatos abandonados, mas não tem condições de adotar um bichinho sem família? Pois saiba que é possível ajudar a diminuir o sofrimento de alguns desses animais gastando pouco tempo e dispensando muito amor.

Uma parceria firmada no último dia 16 entre o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de São Bernardo e entidades protetoras pretende humanizar o tratamento dado aos animais abandonados no município. Graças ao acordo, protetores e simpatizantes da causa podem fazer visitas diárias ao Canil Municipal para passear, brincar e até dar banho nos bichos recolhidos.

Atualmente, o CCZ de São Bernardo abriga 38 animais, na sua maioria adultos. As visitas podem ser feitas diariamente, das 8h30 às 17h30 (exceto horário de almoço, das 11h30 às 12h30), e aos sábados até as 12h. Durante esse período, os visitantes podem entrar nos canis e gatis (limite de até três pessoas por baia), brincar com os animais na área externa e, uma vez por semana, higienizá-los. As visitas são orientadas pela equipe do CCZ.

De acordo com a secretária de Comunicação da Prefeitura, Andréa Brock, a idéia é transformar o Centro de Zoonoses em algo mais humano. “Estamos abrindo o CCZ para protetores e simpatizantes da causa animal. Isso já existe em São Paulo, mas no Grande ABC a iniciativa é inédita”, afirma.

O protetor Luiz Scalea, da Apasfa (Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis), acredita que a abertura do CCZ para o público é benéfica. “Atualmente, a população é chamada a fazer isso para nós, humanos. Isso dá a possibilidade para aquelas pessoas que não são protetoras, mas são simpáticas à causa animal, que se dirijam ao centro de zoonoses e encontrem um animal precisando de carinho e atenção”, considera. “Quem entende a dor de um animal vai saber entender a dor do semelhante. Isso desencadeia nas pessoas um sentimento melhor.”

Preconceito – Quem visita um centro de zoonoses deve se preparar para encontrar animais que podem ter sido vítimas de maus tratos ou que não se encaixam nos “padrões de beleza” dos bichinhos à venda nos pet shops. “Aquela pessoa que tem preconceito com um CCZ porque acha que tem pulga, animal com sarna, tem que fazer uma reflexão. Espero que ninguém a rejeite e que não tenha nojo caso ela precise de uma mão amiga”, conclui o protetor.

A vida nos abrigos, no entanto, não é um impedimento para a felicidade de muitos animais que esperam pela adoção. Para Luiz Scalea, engana-se quem pensa que as visitas esporádicas geram frustrações nos animais enclausurados. “A continuidade da vida está no pensamento dos bons momentos que tivemos. Tenho certeza que aquele animal vai querer continuar vivendo porque vai esperar pela visita de uma boa alma. Talvez ele consiga amolecer o coração de alguém e essa pessoa perceba que sempre cabe mais um ser, independentemente da cor e raça”, analisa.

Serviço – Canil Municipal de São Bernardo
Av. Dr. Rudge Ramos, 1740
Rudge Ramos
Telefone: 4365-3349

Fabiana Piasentin
Do Diário OnLine

Ótima iniciativa … Parabéns, uma atitude a ser copiada por outros Centros

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jun 03 2008

Genoma do ornitorrinco confirma que o animal é ave, réptil e mamífero

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PARIS (AFP) — Estudos sobre o genoma do ornitorrinco, o estranho animal com pele, pêlos, bico de pato, rabo de castor e patas com membranas, revelaram que o animal é, ao mesmo tempo, réptil, pássaro e mamífero, segundo um relatório publicado pela revista Nature em sua edição desta quinta-feira.

A espécie de 40 cm de comprimento faz parte da família dos monotremados: a fêmea produz leite para alimentar os filhotes e são ovíparos. Sua pele é adaptada à vida na água e o macho possui um veneno comparável ao das serpentes.

“O genoma do ornitorrinco (Ornithorhyncus anatinus), assim como o próprio animal, apresenta um amálgama de características que pertencem a um réptil ancestral e são derivadas de mamíferos”, segundo os pesquisadores. Alguns dos 52 cromossomos, ligados às características sexuais, correspondem também a aves.

Esta mistura fascinante dos traços no genoma do ornitorrinco traz muitos indícios sobre o funcionamento e a evolução de todos os genomas de mamíferos“, afirma em um comunicado o principal autor do estudio, Richard Wilson, diretor do Centro de Genoma da Universidade de Washington.

De fato, se compararmos seu genoma ao de outros mamíferos “seremos capazes de estudar os genes que foram conservados durante a evolução”, explica.

O ornitorrinco é “único”, uma vez que manteve características de répteis e mamíferos, especificidade que a maioria das espécies perdeu ao longo da evolução, lembra por sua vez Wes Warren, da mesma universidade.

O seqüenciamento do genoma do ornitorrinco foi realizado com uma fêmea, batizada de Glennie, que vive na Austrália. Equipes de oito países participaram da pesquisa, entre os quais Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra e Espanha.

Ao longo da análise, os cientistas compararam o genoma de Glennie ao de homens, cachorros, ratazanas, gambás e galinhas: o ornitorrinco compartilha 82% de seus genes. Este animal conta com 18.500 genes, dos quais dois terços também aparecem no homem.

O ornitorrinco nada com olhos, ouvidos e narinas fechados, guiando-se graças a receptores sensoriais em seu bico para detectar os campos elétricos emitidos por suas presas. Além disso, a fêmea não possui tetas para amamentar os filhotes – estes sugam o leite que sai da pele da mãe, como os marsupiais.

Fonte: AFP

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mai 30 2008

Matar animal pode custar o mandato de prefeito!

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Lei aprovada em São Paulo proíbe a matança de cães e gatos em todos os Centros de Controle de Zoonoses, Canis e congêneres do Estado.

Dep. Feliciano Filho*

O homem não pode e não deve deliberar sobre a vida de um animal pois, isto é uma prerrogativa divina “.

No dia 17 de abril deste ano foi publicada no Diário Oficial a lei 12.916/08, de minha autoria, sancionada pelo governador José Serra, que proíbe a matança indiscriminada de cães e gatos em todos os Centro de Controle de Zoonoses, Canis Municipais e Congêneres do estado de São Paulo.

Essa nova lei sempre foi o sonho de todo protetor de animais e está de acordo com o que é preconizado pelas Organizações Mundial e Pan-Americana de Saúde e pelo BEPA (boletim da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo), onde declaram que a prática de captura e extermínio (matança) como forma de controle populacional só pioram a situação.

Quanto mais o poder público retira os animais das ruas, mais eles se multiplicam, pois sobram mais alimentos para aqueles que ficam, eles se tornam mais fortes, mais férteis e com maior fecundidade começam a procriar e como a procriação se dá de forma geométrica, ou seja, apenas uma cadela pode gerar em seis anos, através de seus descendentes diretos e indiretos, 64.000 cães.

Para resolver essa problemática, precisamos adotar dois preceitos básicos e fundamentais que são:

a-) castração em massa, ostensiva e por saturação. Não adianta entrarmos num bairro e castrarmos, apenas, 5% ou 10% dos animais, temos que castrar no mínimo 80% dos animais do bairro para não haver reprocriação;

b-) identificação dos animais de forma sistemática e compulsória (obrigatória). Todas as localidades que identificaram seus animais dessa forma conseguiram diminuir a população em até 70% e na mesma proporção à matança dos animais e os custos operacionais, pois 70% dos animais que estão nas ruas são perdidos e 30% abandonados.

A problemática dos animais não é, apenas, uma questão humanitária, mas de saúde pública importante, meio ambiente e respeito ao dinheiro público, pois as prefeituras, de uma forma geral, gastam três vezes mais para piorar uma situação que cresce de forma geométrica, ao passo que poderiam gastar 1/3 para resolver o problema trabalhando nas causas.

Dos 645 municípios do estado de São Paulo, temos apenas 23 CCZ´s, alguns canis municipais e a grande maioria não possui nenhum dos dois. Para nossa surpresa e alegria temos recebido telefonemas e e-mails de muitos municípios parabenizando a nova lei, dizendo que já estavam atuando de acordo com a lei muito antes d´ela ser sancionada.

Uma pequena minoria, menos de 10 municípios, não está atuando de forma correta, ou seja, descumprindo a lei. Estamos orientando os denunciantes que entrem no site: www.felicianofilho.com.br, imprimam a lei e encaminhem ao Ministério Público para que este sim faça com que a lei seja cumprida.
Por conta da ação errada de um diretor de CCZ, ou canil municipal, pode ser pedida a cassação de mandato do prefeito por improbidade administrativa e por descumprimento à lei, entre outros motivos.

Estamos nos reunindo com protetores solicitando que eles procurem os CCZ´s e canis municipais desarmados, deixando para trás toda e qualquer mágoa ou revanchismo, mas com nova postura para criarmos uma atmosfera de cooperação mútua com o intuito de gerar um sinergismo e ajudar aquele órgão a realizar programas de recolocação dos animais de volta a sociedade já castrados, vacinados e identificados.

Este é o momento de nos unirmos, sociedade civil organizada e poder público, para caminharmos juntos em nome de uma questão humanitária, saúde pública, meio ambiente e respeito ao dinheiro público.

*Feliciano Filho é deputado estadual pelo PV-Campinas e presidente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Assembléia Legislativa. É também presidente da UPA em Campinas, uma ONG que cuida de 250 animais resgatados de Abandono e Maus Tratos.
www.felicianofilho.com.br
Blog: http://felicianofilho.zip.net
Programa Planeta Bicho

http://www.upanimais.org.br/planetabicho/index.asp

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