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ago 14 2008

Cães disputam Olimpíada Pet no Rio de Janeiro

Publicado por admin under Adoções, Associações, Cães, Eventos, Gatos, Geral

Evento promove campanha para Associação de Amigos da Infância com Câncer

No próximo domingo, dia 17/08, o Leblon, recebe uma versão canina do maior evento esportivo do mundo. Trata-se do Pet Olimpíada, que acontece na Praça Antero de Quental, a partir das 9h. O evento, organizado pelo adestrador Denizard Baldan, vai reunir cães de diversas raças e tamanhos que competirão em prol de uma causa nobre, a luta contra o câncer. A entrada é franca e as inscrições para os concursos podem ser feitas através do orkut ou pelo do site www.festcaesepets.com.br .

Durante o evento, estarão sendo arrecadadas latas de leite em pó para a AMICCA (Associação de Amigos da Infância com Câncer), uma associação civil beneficente, sem fins lucrativos, que existe para potencializar o trabalho realizado no hospital Clementino Fraga Filho (INCA), junto a população mais carente, oferecendo serviços de atendimento, reintegração social e cultural, orientação social as crianças, adolescentes e mulheres com câncer. O evento contará com a presença dos representantes da AMICCA e com algumas crianças que já estão em fase final de tratamento da doença.

Nosso objetivo principal com essa campanha é divulgar o trabalho da Amicca e conseguir um grande número de doações de leite em pó para a instituição e principalmente, chamar a atenção para essa doença silenciosa que atinge milhares de pessoas. Além disso, proporcionar para essas crianças, que passam por um tratamento tão doloroso contra o câncer, uma manhã de prazer e alegria, por todo o esforço delas na luta contra essa doença devastadora. A interação com os animais é fundamental para uma rápida recuperação”– afirma Denizard Baldan.

Os cães fantasiados com o tema “Pet Olimpíada” irão desfilar para uma comissão julgadora que selecionará as três melhores fantasias. A escolha será feita pela criatividade e originalidade da fantasia. Além do “temático”, o evento também contará com o concurso de beleza canina que será dividido nas categorias: Filhotes (até 1 ano); Mini Porte (até 5Kg);Pequeno Porte (5 até 15Kg); Médio Porte (15 até 30Kg); Grande Porte (acima de 30Kg). Os três primeiros colocados de cada categoria, ganharão troféus e produtos da área veterinária. Já a categoria Hours Concours, criada recentemente para os cães vencedores dos rankings passados, promete agitar a galera que comparecer ao evento. Nessa categoria donos e cães se fantasiam e realizam performances de acordo com o tema, interagindo com seus animais.

Cães do CORE e encontro de Raças estão na programação do evento

Além dos concursos, o evento contará com a participação dos cães do CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil), que apresentaram para o público o trabalho realizado com esses animais no combate ao tráfico de drogas e a criminalidade. Haverá ainda, o encontro dos “Amigos da raça Staffbull” que apresentará a cadela Dami Blue e o cão Jeep, escolhido o melhor Staffbull do Brasil pelo ranking oficial da CBKC-FCI. Já para os apreciadores da raça bulldog, o Bulldog Mania também estará presente no evento, reunindo donos de animais para troca de informações sobre a raça e integração entre os cães.

A equipe da Hemopet, banco de sangue veterinário do Rio de Janeiro, realizará campanha de incentivo a doação de sangue, conscientizando os proprietários de cães e gatos da importância do animal ser um doador de sangue e salvar outras vidas. O Pet Olimpíada, contará também, com uma ambulância da Help Vet, única no Brasil a possuir uma UTI-PET equipada com os melhores e mais modernos equipamentos para atendimento em qualquer caso de urgência animal.

Durante o evento, a SOZED realizará uma feira de adoção e posse responsável de cães e gatos. Os interessados em adotar um animalzinho, deverão levar um comprovante de residência e um documento de identificação, além de assinar um termo de responsabilidade. Para quem quiser apenas ajudar, poderão ser levadas doações de medicamentos, jornais e produtos veterinários.

O “Pet Olímpiada” conta com o patrocínio da FIPROLEX Drop Spot (CEVA Sante Animale), Sanol, Fitopet, Help Vet e apoios da Subprefeitura da Zona Sul, Clinical Vet, Sozed, Hemopet, Rio Balões, Editora Ediouro, Hard Face Kennel Staffbull, Casa Cruz.

CONTATO: Assessoria de Imprensa –
Alessandra Fabro –
(21) 2245-6105/9622-8392/9835-882 houseclipping@uol.com.br

Denizard Baldan -
(21)2576-7711/ 2572-3097/9539-5233/8153-4553 festcaesepets@gmail.com

A equipe do Catalogo Pet, deseja sucesso ao evento e que os Organizadores, Colaboradores, Empresas Patrocinadoras, Entidades e Empresas que apoiam e os Visitantes, recebam em forma de coração uma justa e merecida Medalha de Ouro.

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ago 03 2008

Parceria permite levar animais abandonados para passear e brincar

Publicado por admin under Associações, Cães, Gatos, Novidades

Você ama os animais, se compadece com a história de cães e gatos abandonados, mas não tem condições de adotar um bichinho sem família? Pois saiba que é possível ajudar a diminuir o sofrimento de alguns desses animais gastando pouco tempo e dispensando muito amor.

Uma parceria firmada no último dia 16 entre o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de São Bernardo e entidades protetoras pretende humanizar o tratamento dado aos animais abandonados no município. Graças ao acordo, protetores e simpatizantes da causa podem fazer visitas diárias ao Canil Municipal para passear, brincar e até dar banho nos bichos recolhidos.

Atualmente, o CCZ de São Bernardo abriga 38 animais, na sua maioria adultos. As visitas podem ser feitas diariamente, das 8h30 às 17h30 (exceto horário de almoço, das 11h30 às 12h30), e aos sábados até as 12h. Durante esse período, os visitantes podem entrar nos canis e gatis (limite de até três pessoas por baia), brincar com os animais na área externa e, uma vez por semana, higienizá-los. As visitas são orientadas pela equipe do CCZ.

De acordo com a secretária de Comunicação da Prefeitura, Andréa Brock, a idéia é transformar o Centro de Zoonoses em algo mais humano. “Estamos abrindo o CCZ para protetores e simpatizantes da causa animal. Isso já existe em São Paulo, mas no Grande ABC a iniciativa é inédita”, afirma.

O protetor Luiz Scalea, da Apasfa (Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis), acredita que a abertura do CCZ para o público é benéfica. “Atualmente, a população é chamada a fazer isso para nós, humanos. Isso dá a possibilidade para aquelas pessoas que não são protetoras, mas são simpáticas à causa animal, que se dirijam ao centro de zoonoses e encontrem um animal precisando de carinho e atenção”, considera. “Quem entende a dor de um animal vai saber entender a dor do semelhante. Isso desencadeia nas pessoas um sentimento melhor.”

Preconceito - Quem visita um centro de zoonoses deve se preparar para encontrar animais que podem ter sido vítimas de maus tratos ou que não se encaixam nos “padrões de beleza” dos bichinhos à venda nos pet shops. “Aquela pessoa que tem preconceito com um CCZ porque acha que tem pulga, animal com sarna, tem que fazer uma reflexão. Espero que ninguém a rejeite e que não tenha nojo caso ela precise de uma mão amiga”, conclui o protetor.

A vida nos abrigos, no entanto, não é um impedimento para a felicidade de muitos animais que esperam pela adoção. Para Luiz Scalea, engana-se quem pensa que as visitas esporádicas geram frustrações nos animais enclausurados. “A continuidade da vida está no pensamento dos bons momentos que tivemos. Tenho certeza que aquele animal vai querer continuar vivendo porque vai esperar pela visita de uma boa alma. Talvez ele consiga amolecer o coração de alguém e essa pessoa perceba que sempre cabe mais um ser, independentemente da cor e raça”, analisa.

Serviço - Canil Municipal de São Bernardo
Av. Dr. Rudge Ramos, 1740
Rudge Ramos
Telefone: 4365-3349

Fabiana Piasentin
Do Diário OnLine

Ótima iniciativa … Parabéns, uma atitude a ser copiada por outros Centros

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jul 18 2008

ONGs cadastram voluntários para castração de animais - Ondina

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As organizações não-governamentais AnimalViva! e Célula Mãe vão cadastrar neste sábado, 19, voluntários para trabalhar em programas dedicados à preservação dos animais. O cadastramento será realizado na Associação dos Médicos, na rua Baependi, em Ondina, num evento que terá atividades culturais e de conscientização sobre o meio ambiente.

O objetivo das ongs é arregimentar pessoal para trabalhar em dois fronts: castração de animais carentes e educação sobre bem-estar animal.

No primeiro front, os voluntários vão auxiliar a equipe das ongs nos mutirões de castração. As ações consistem no cadastro de animais da área onde o mutirão será realizado, o transporte dos bichos às clínicas, e acompanhamento do pós-operatório.

O governo não tem uma política substancial do controle da população de animais, e as ongs tomaram a frente disso. Para se ter uma idéia, sem controle, um casal de gatos pode gerar, em dez anos, 400 mil animais“, afirma a presidente da AnimalViva!, Ana Claudia Almeida. De acordo com a ambientalista, os números mais recentes da população de gatos e cachorros somados são de 2004. Dos 300 mil animais listados, 70 mil vivem na rua.

A outra ação para a qual serão cadastrados voluntários é a conscientização. “Quem se inscrever, vai receber treinamento para participar das nossas palestras em escolas, nas quais buscamos esclarecer as crianças sobre como os bichos devem ser tratados”.

POLÍTICA - De acordo com Lucrécia Lopes, sub-gerente do Centro de Controle de Zoonoses, órgão da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a captura sistemática de animais não é realizada desde janeiro de 2007. “A carrocinha somente é utilizada em casos de emergência, quando há algum animal doente ou pondo a população em perigo“, afirma.

O município não tem nenhum canil público, e castração somente é realizada nos animais que têm dono. Nesses casos, o proprietário deve ligar para o telefone (71) 3186-1092, da Ouvidoria da SMS, e solicitar a visita gratuita de um veterinário, que encaminhará o processo de castração. A sub-gerente do CCZ Lucrécia Lopes também afirma que o órgão não tem estimativas do número de animais que vivem nas ruas.

A Tarde On Line

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jun 14 2008

ONG cobra aplicação de lei contra abandono de animais

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O abandono de animais não é apenas uma dificuldade pontual, provocada por uma ou outra pessoa menos consciente. Trata-se de um problema de saúde pública, que também causa injustiças sociais. Por acreditar nisso, a Organização Não-Governamental (ONG) Instituto Vidadigna cobrará das autoridades responsáveis o cumprimento de leis que ajudem a conter o desamparo de animais como cães e gatos.

O abandono é responsável ainda pela superpopulação dos bichos. Uma saída para o problema seria fechar o cerco contra quem os desampara, sustenta Beatriz Schuler, presidente da entidade, que em 2008 completará cinco anos. Ela cita, por exemplo, a lei 9.605/98, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Ela prevê detenção de até um ano para quem abusar, maltratar, ferir ou mutiliar animais.

Beatriz aponta também o decreto lei número 24.645/34 onde consta, entre outras coisas, a tutela pelo Estado de todos os animais existentes no País. A presidente da ONG recorre ainda ao artigo 225 da Constituição Federal para explicar as ações da ONG. Costa na Carta Magna que é incumbência do poder público proteger a fauna e a flora.

Se não houver responsáveis humanos, dificilmente resolveremos”, comenta mostrando cães e gatos que mantêm em casa. No total, ela cuida de 120 deles. “É só cumprir as leis existentes. Vamos fazer campanhas específicas para exigir maior responsabilidade das comunidades urbanas em relação à posse de animais domésticos, minimizando assim a superlotação de animais abandonados, os maus-tratos, a incidência de zoonoses e a silenciosa injustiça social que padecem seus protetores”, informa a presidente do instituto.

Mobilização

Um animal abandonado, em muitos casos, chega a mobilizar cinco, seis pessoas. Algumas delas passam a cuidar deles, mesmo sem ter condições pessoais e financeiras. Errantes, cães e gatos acabam levando drama para dentro da casa de pessoas que se preocupam com eles. Poucas delas recolhem 30, 40, até 50 para evitar vê-los sofrendo pelas ruas, onde se reproduzem com muita freqüência.

Tanto que um dos objetivos do Vidadigna é justamente desenvolver projeto para esterilização de animais domésticos por meio da rede pública. A idéia é facilitar o controle do número desses animais no município e consequentemente sobre a incidência de zoonoses. Neste sentido, a entidade espera atuar na conscientização das pessoas por meio de um programa básico de educação.

A produção de curta-metragens, reportagens e documentários informativos, educativos e aplicativos foi integrada à proposta. “O instituto conta atualmente com uma pequena equipe de voluntários. Eles vêm trabalhando e custeando algumas atividades que buscam soluções dignas para o abandono de animais domésticos nos centros urbanos”, conclui Beatriz.

Luciana La Fortezza
Fonte = JCNET

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mai 11 2008

Apesar do abandono de animais, novas entidades protetoras surgem


RIO - Apesar das estatísticas alarmantes de abandono, também cresce a sensibilização e o envolvimento de pessoas com a proteção dos animais.

Assim, são incontáveis os Fotologs, Blogs e comunidades no site de relacionamentos Orkut dedicados, principalmente, à adoção. Esses grupos agem por genuíno amor aos animais, procurando ajudar a diminuir o tamanho do problema que já existe.

Entre as diversas entidades organizadas existentes no Rio, a ONG Oito Vidas, que funciona na Gávea, é dedicada principalmente aos gatos, embora ocasionalmente atenda outros pequenos animais, como cachorros ou coelhos. Foi fundada por duas amigas que amam os bichos, a odontopediatra Lílian Queiroz e a advogada Cristina Palmer, com inspiração na Feral Cat Coalition de San Diego, nos Estados Unidos (http://www.feralcat.com/).

A ONG estimula a adoção e também faz intervenções diretamente nas colônias onde os gatos abandonados vivem e costumam se reproduzir desordenadamente. Os animais são então esterilizados, vacinados, vermifugados, e em seguida devolvidos ao mesmo local, sob supervisão e cuidados.

Assim, a ação tem como objetivo evitar o sofrimento com a superpopulação dos abrigos e a proliferação da colônia.

Além disso, a ONG também recebe e cuida dos animais trazidos por voluntários cadastrados, colocando-os em lares provisórios enquanto aguardam lares definitivos. Contam também com alguns veterinários voluntários, que dão assistência aos animais.

- Não queremos levantar bandeira contra os abrigos. Cada entidade protetora dos animais tem sua própria filosofia e maneira de atuar. Acreditamos, porém, que o confinamento faz mal aos bichos.

- Aglomerados e sem espaço, eles acabam estressados e deprimidos - esclarece

- Procuramos conscientizar e modificar a atitude das pessoas que vivem próximas aos locais onde há colônias de gatos – complementa.

Os interessados em ajudar podem se cadastrar através do site: http://www.oitovidas.org.br.

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